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2016 - POSTERS - TUBO DIGESTIVO Ver Resumo  |   PDF
COLITE ULCEROSA – APRESENTAÇÃO NA GRAVIDEZ E PUERPÉRIO
Sousa P, Martins D, Pinho J, Araújo R, Cancela E, Castanheira A, Ministro P, Silva A
Serviço de Gastrenterologia, Centro Hospitalar Tondela-Viseu

INTRODUÇÃO: Apesar de afetar frequentemente jovens em idade reprodutiva, é raro observar-se a primeira apresentação da colite ulcerosa (CU) durante a gravidez. O objetivo deste estudo foi avaliar as caraterísticas e história natural da CU em doentes cuja apresentação da doença ocorreu durante a gravidez e no puerpério.
MÉTODOS: Estudo retrospetivo unicêntrico caso-controlo, com inclusão de doentes com primeira apresentação da CU na gravidez ou puerpério. Como controlos foram utilizadas 44 mulheres cujo diagnóstico foi efetuado em idade reprodutiva, mas sem relação com a gravidez.
RESULTADOS: Identificaram-se 9 mulheres com início dos sintomas e diagnóstico durante a gravidez ou puerpério com idade média de 28±4,7 anos. Três casos ocorreram em ex-fumadoras, mas apenas em dois casos a cessação tabágica ocorreu nos meses que antecederam o diagnóstico. Verificou-se uma diferença estatisticamente significativa no status tabágico entre os casos e os controlos (fumadoras ou ex-fumadoras: 50% vs 11,9%, respetivamente; p=0,05). Apesar de as diferenças não serem estatisticamente significativas, verificou-se uma maior proporção de colite extensa no diagnóstico após ou durante a gravidez comparativamente aos controlos (66,7% vs 36,4%, p=não significativo). Os casos apresentaram também maior necessidade de corticoterapia sistémica ao diagnóstico, mesmo após ajuste para variáveis de confundimento (OR 6,3; IC95% 1,1-35,9; p=0,037) o que poderá indicar uma maior gravidade da doença na apresentação. No entanto, não se verificaram diferenças na necessidade de imunomoduladores, agentes biológicos ou corticoterapia entre os dois grupos no seguimento.
CONCLUSÃO: O status tabágico, nomeadamente a cessação tabágica, parece ter relação com o risco de apresentação da CU na gravidez ou puerpério, o que está de acordo com o conhecimento atual da relação do tabaco com a CU. Apesar de a apresentação ser aparentemente mais grave, não parece haver repercussões na história natural da doença o facto de a sua apresentação ocorrer no período referido.
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